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Empreendedor com dívidas: 7 erros que você não deve cometer

Imagem 9 - Empreendedor com dívidas 7 erros que você não deve cometer

Você é um empreendedor com dívidas, quer regularizar sua situação, mas não consegue sair do vermelho?

Talvez esteja cometendo erros que pode facilmente evitar.

Falo de falhas comuns tanto na negociação dos débitos quanto na organização financeira para quitar o que deve.

Será que você está fazendo tudo o que está ao seu alcance para colocar as contas em dia?

E quando falo em contas, não me refiro aos impostos e outras contribuições devidas ao governo, mas a compras que toda empresa precisa fazer e que, quando não pagas, a colocam entres os maus pagadores.

Seus fornecedores estão na sua cola?

Está sem crédito na praça?

É hora de admitir a dívida e buscar uma solução.

Neste artigo, quero abordar pequenas mudanças que você pode fazer para que o caixa da empresa volte a respirar e você saia das dívidas.

Ao longo da leitura, você vai descobrir que vencer o endividamento tem muito de planejamento e uma pitada considerável de dedicação.

Está pronto para elaborar a sua receita de sucesso e recuperar a credibilidade como empresário?

Então, siga a leitura.

Empreendedor com dívidas: não é só você

Se você se sente desconfortável pela situação do endividamento, esse é um bom sinal, acredite.

Minimizar o fato de estar devendo é o primeiro passo para não resolver o problema.

Além disso, embora os erros de outros não sirvam de consolo, é importante saber que há muito mais empreendedores com dívidas, vivenciando o mesmo drama que você.

O indicador de inadimplência nas empresas, calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), comprova exatamente isso.

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Está com dívidas? Leia nosso artigo e saiba por onde começar!

O instrumento começou a medição em 2011 e, desde então, o percentual de empresas que contraem dívidas e não pagam só aumenta.

A boa notícia, se é que se pode chamar de boa, é que o mês de junho registrou a segunda menor alta desde o início da série histórica da pesquisa.

No período, o número de empreendedores inadimplentes cresceu 4,05%, enquanto o total de dívidas em atraso subiu 1,78%.

É importante esclarecer, contudo, que esse indicador considera apenas os casos de inadimplência entre empresas, o que é diferente de endividamento.

Na inadimplência, a dívida é feita e não paga no prazo acertado.

Isso significa que muitas outras empresas brasileiras enfrentam problemas financeiros, embora ainda não tenham o seu CNPJ negativado.

Se você está entre elas, o que acha de resolver de uma vez por todas esse problema?

A importância do empreendedor negociar dívidas

Procurar o credor e se mostrar disposto a pagar o que deve é a melhor opção para o empreendedor com dívidas.

Para quem já está negativado, esse é o caminho mais seguro e menos oneroso para limpar o nome.

Já se a empresa ainda se mantém limpa, mas sem crédito junto aos fornecedores, depende desse movimento para voltar a comprar, produzir e crescer.

O problema é que, muitas vezes, no afobamento para tirar a negativação da pessoa jurídica, os empreendedores endividados cometem erros que só contribuem para aumentar ainda mais o valor devido.

Um dos principais problemas se materializa quando, por exemplo, o empresário vai em busca de um empréstimo como pessoa física para quitar a dívida da pessoa jurídica.

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Separe as suas contas pessoais com as da sua empresa, este é o início para organizar suas finanças.

Você já vai aprender que misturar as finanças pessoais com as empresariais é um erro amador.

É evidente que nessa situação representa um ato desesperado, mas é importante pensar nas consequências dele.

Ainda que consiga crédito como pessoa jurídica, esse dinheiro extra não virá de graça, é claro.

Embutidos em cada parcelas estarão juros que não costumam ser baixos, havendo potencial para transformar uma dívida problemática em um débito impagável.

Entenda, por isso, que a melhor atitude ainda é negociar diretamente com aquele que tem a receber da sua empresa.

E na hora de fazer isso, redobre a atenção e evite os erros que vou elencar a seguir.

7 erros que o empreendedor com dívidas deve evitar ao renegociar

Para encarar o endividamento e sobreviver, não basta saber que você deve fugir de empréstimos e considerá-los como a última opção.

Se seguir a recomendação de procurar o credor, mas não ter nenhuma estratégia para isso, pode acabar fazendo um novo acordo com o qual não consegue cumprir.

Nesse caso, dá para imaginar onde vai parar a sua credibilidade de empreendedor com dívidas, não é mesmo?

Se você tem real interesse em negociar e pagar o que deve, precisa fugir dos sete erros que vou relacionar a seguir para elaborar seu planejamento.

1. Não controlar o orçamento

Vamos falar de conceitos básicos de finanças?

Ter controle do orçamento é basicamente saber quanto de dinheiro entra e quanto de dinheiro sai da sua conta empresarial todo mês.

Ao dinheiro que entra, se dá o nome de receita; ao que sai, despesa.

Para saber esse valor, não há melhor providência do que se dedicar ao fluxo de caixa.

É nesse instrumento que todo empreendedor deve registrar seus ganhos, sejam eles provenientes de vendas, prestação de serviços, negociação de bens, etc., assim como suas despesas, sejam elas diretamente relacionadas com as operações ou não, em quaisquer valores.

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O planejamento é o melhor aliado do empreendedor, organize as finanças de sua empresa!

Você não tem feito isso? Está aí uma das razões para o endividamento.

Se desejar ter mais facilidade nesse exercício, baixe uma planilha que preparamos para você se organizar financeiramente.

É fundamental ser cuidadoso e constante com as suas anotações para que não perca o foco pelo caminho.

Também evite gastar dinheiro com despesas desnecessárias, ou com novos financiamentos e empréstimos.

Como o foco é fazer sobrar dinheiro, olhe todas as entrelinhas do seu orçamento: juros, despesas bancárias, anuidade de cartão de crédito, juros por pagamento de contas atrasadas, o cafezinho de cada dia, o pão de queijo daquela cafeteria, etc.

Corte tudo o que for desnecessário para que você volta à tranquilidade financeira o mais rápido possível.

Veja que é preciso atuar nos detalhes da finanças empresariais.

Se não fizer assim, fica difícil garantir ao credor que cumprirá um novo acordo para o pagamento daquilo que deve.

2. Reservar muito dinheiro para as dívidas

Este é outro erro fácil de evitar, em especial se você fizer a lição de casa para prevenir o primeiro que relacionei.

Quem conhece em detalhes o seu orçamento e a capacidade financeira, sabe até onde pode ir em uma renegociação de dívidas com o credor.

É claro que o empreendedor endividado quer se livrar dos débitos o quanto antes, principalmente após se conscientizar do quanto isso é prejudicial para o orçamento a curto, médio e longo prazo.

Mas a que preço?

Destinar uma parte muito grande da sua renda para pagar contas em atraso não é a melhor opção.

A propósito, essa é uma atitude que contribui para a longevidade da dívida, quem sabe até tornando seu pagamento uma verdadeira missão impossível.

É o popular tiro saindo pela culatra.

Da mesma forma que é indicado ao cidadão comum não comprometer mais de 30% da sua renda para regularizar débitos anteriores, você pode usar essa recomendação para tirar a empresa do vermelho.

Acima desse percentual, os riscos crescem exponencialmente.

Mais grave do que se endividar é não pagar após uma renegociação. Isso mancha a sua reputação, o que não é nada bom para os negócios.

3. Ignorar as prioridades

Empreendedores traumatizados pelo CNPJ negativado tendem a desenvolver quase uma fobia por contas não pagas.

Na prática, por vezes, isso se materializa em gastar o que não tem em algo que pode esperar.

Se você está endividado, o pior que pode fazer é querer pagar tudo de uma vez, sem estabelecer uma ordem que se enquadre na sua capacidade de pagamento e planejamento.

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Fique de olho nas datas de pagamento e não deixe as contas acumularem.

Tudo bem, você já entendeu. Mas, então, o que quitar primeiro?

A prioridade deve ser sempre a dívida mais alta, mas não se esqueça de dois compromissos financeiros relevantes: o débito renegociado e as necessidades da empresa, que não pode parar, já que se trata da sua fonte de renda.

Imagine, então, pagar hoje uma conta que vence em 15 dias e ficar sem insumos para produzir, mercadorias para revender ou ferramentas para executar um serviço.

Isso é típico de quem não conhece as suas prioridades, provavelmente por não ter um planejamento elaborado a partir de um orçamento, que talvez ignore, assim como a própria capacidade financeira.

São erros em cima de erros.

Muitas vezes, ao renegociar uma dívida, caso não ocorra o pagamento da primeira parcela, se perde os benefícios da taxa acordada e tudo volta à etapa inicial.

Logo, você já entendeu aqui que, além de não assumir novas dívidas ou parcelas, deve seguir aquilo que combinou.

Seus credores podem ser rigorosos com você, mas seja rigoroso consigo mesmo antes disso.

4. Não se preocupar com o endividamento a longo prazo

Vamos supor que você chegou até aqui com tudo certo.

Cuida do fluxo de caixa, conhece sua capacidade financeira, tem as prioridades bem claras e sabe com que quantia pode se comprometer mês a mês.

Aí, ao se reunir com o credor, surge a proposta de gastar a metade daquilo que pode pagar. Para isso, no entanto, o número de prestações sobe de 24 para 60.

Você não dá bola, pois só queria mesmo uma dívida que coubesse no bolso.

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A negociação pode ser a melhor alternativa para que possui uma dívida muito alta e deseja melhorar esta situação.

E se a isso é possível aliar um dinheiro sobrando para investir na empresa, tem aí uma ótima notícia, certo? Errado!

Ser desleixado com os prazos é ignorar a ameaça dos juros no endividamento a longo prazo.

Não se pode encerrar uma negociação de dívida sem conhecer o custo total final.

No exemplo que apresentei, o valor desembolsado ao final do processo de renegociação terá duplicado ou até triplicado.

Já não é mais um bom negócio, não é?

A culpa disso está nos juros.

É melhor pagar uma dívida com 100% de juros em um dia só do que pagar uma dívida com 90% de juros em dois anos.

A segunda opção seria tão ou mais cara que a primeira em razão do prazo de pagamento estendido demasiadamente.

Então, ao negociar com o credor, não deixe de conhecer o seu custo total.

5. Descuidar-se daquilo que os olhos não veem

Você sabe o que são custos embutidos?

São tarifas pagas de forma adicional, que se juntam ao valor desembolsado em um produto ou serviço, sem que se perceba de forma clara.

Eles estão muito presentes em contas de consumo, em especial na telefonia, internet e tv por assinatura, como um serviço que você adquiriu sem saber ao assinar um contrato.

No caso de renegociação de dívidas, custos embutidos são mais comuns quando o débito tem em uma instituição financeira o seu credor.

Mas mesmo se o acordo for fechado diretamente com o fornecedor, a forma de pagamento pode conter esse tipo de “pegadinha”.

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Fique de olho em todos os detalhes, inclusive naquelas letrinhas pequenas.

O melhor jeito de escapar é verificar tudo o que incide sobre a prestação que você acertou no acordo firmado.

Veja se não há algum tipo de seguro, cobrança por boleto, por início de parcelamento ou qualquer outra taxa.

Se houver, por menor que seja, é um valor que deve ser questionado, pois impacta no seu orçamento já fragilizado.

Imagine combinar um débito em sua conta jurídica com o credor e demorar a identificar que, a cada parcela, há um valor descontado pela operação?

Logo, esteja atento a tudo o que diz respeito aos valores da sua conta.

O próximo passo é não cair na cilada de fazer novas compras, que é o tema da próxima dica que vou abordar.

6. Fazer novas dívidas no crédito

Caso o empreendedor com dívidas não esteja com seu CNPJ negativado, ele ainda poderá utilizar seu cartão de crédito corporativo ou negociar compras parceladas com outros fornecedores.

Mas dizer que pode não significa que deve.

Enquanto a casa não está em ordem e a empresa livre de dívidas em atraso, qualquer novo parcelamento precisa ser feito com muito planejamento.

É claro que essa dica vale até para os momentos de caixa pujante, com muito dinheiro.

Mas quando a crise está instalada, agir assim é questão de sobrevivência para o negócio.

O que o empresário precisa entender nessa situação é que novas compras no crédito prejudicam aquela análise sobre a capacidade financeira que ele realizou lá no início da caminhada.

É muito mais saudável para a empresa que seja construída uma reserva financeira a partir de esforços de cortes de custos.

Sempre dá para cortar mais, portanto, fique em constante alerta quanto às oportunidades de economia.

Tenha uma meta para poupar, persiga a sua realização e, depois de tudo pago, use seu dinheiro com sabedoria.

Se continuar recorrendo ao crédito, o que representa uma facilidade no presente pode significar o fechamento da empresa no futuro.

Não se esqueça que o seu orçamento e a sua planilha são os instrumentos que darão limites financeiros que não podem ser ultrapassados, principalmente se a sua intenção é nunca mais voltar ao cenário de endividamento.

Para garantir o sucesso das suas negociações, é imprescindível honrar os acordos que você fez.

Isso deve ser priorizado e você deve se lembrar disso quando sentir que pode cair em tentação.

Só assim  alcançará seus objetivos.

7. Confiar seu pouco dinheiro a ilusões

Este pode ser o erro responsável por colocar uma pá de cal no seu sonho empreendedor.

Enquanto você navega pela internet, ao assistir televisão ou mesmo ao caminhar nas ruas, a tentação do crédito é muito grande.

Tem para empresas, para aposentados e para quem está com o nome sujo.

É fácil, é rápido, é sem burocracia.

É dinheiro na hora.

É a solução milagrosa que você precisa.

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Os juros são os maiores inimigos do empreendedor aliados as dívidas. Fique sempre atento para ter o controle de suas finanças em dia.

O problema é que milagres do tipo não existem.

Se você não estiver ciente da sua situação e não tiver educação financeira para entender um pouco de tudo o que falamos até aqui, você se torna uma isca fácil.

Não deixe que a vulnerabilidade do endividamento o leve a acreditar na sorte ou a adiar o pagamento esperando uma solução de braços cruzados.

Encarar o problema, ir cheio de força de vontade e coragem atrás de regularizar a situação e agir são as únicas coisas que não dependem da sorte.

O maior perigo de um empréstimo em situações de urgência está justamente nos altos juros, sobre os quais falei antes.

Não é difícil ver sua dívida aumentando de valor, duplicando, triplicando até.

A financeira promete liberar o dinheiro sem consultar nada sobre você. Não é verdade.

Essa é uma tática de venda, mas ninguém no mundo vai emprestar dinheiro sem conhecer o mínimo sobre aquele que está solicitando.

E ao pesquisar sobre você, mesmo que não tenha o nome sujo, adivinha o que ela vai encontrar?

Que você é um mau pagador, que está endividado, inadimplente, sem crédito e sem credibilidade.

Ela vai aceitá-lo como cliente, mas em troca vai lhe passar uma conta astronômica.

O peso dos juros acaba com qualquer ilusão.

Abra os olhos para a realidade e volte a negociar, pelo bem da sua empresa.

Pagar dívidas depende de controle financeiro

Fugir do endividamento, ver o saldo do caixa no azul, voltar a sonhar com o crescimento do negócio.

Essas são metas que você tem? Então, corra atrás delas.

Quando você decidiu abrir a sua empresa, é provável que não tenha se preocupado muito com outras tarefas que não aquelas relacionadas diretamente às operações do negócio.

Anotar despesas e receitas? Analisar o desempenho financeiro? Projetar o fluxo de caixa? Definir a margem de lucro e o preço de venda? Controlar as contas a pagar e os recebimentos?

Tudo isso parece entediante para muitos empreendedores.

Mas cabe refletir: se essas são atividades básicas em qualquer empresa e você é o dono dela, a quem compete a responsabilidade de viabilizar tais tarefas?

A você mesmo, é claro!

Isso não significa que você precise se tornar um especialistas em finanças, mas deve conhecer o básico para não errar.

Se caprichar nos registros e ter um contador ao seu lado, já dará um importante passo para dias mais tranquilos.

E se precisa de uma ajudinha na gestão financeira, tenho uma sugestão a lhe dar.

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Sem custos para abrir e sem mensalidade para manter, é uma alternativa completa para quem tem uma empresa.

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Confira só no passo a passo a seguir como é simples abrir uma conta.MOBI para gerenciar melhor as suas finanças.

  1. Acesse o site, baixe o aplicativo e preencha o cadastro
  2. Escolha entre conta para sua empresa ou para pessoa física
  3. Informe dados pessoais, como nome, CPF, CNPJ e endereço
  4. Indique se gostaria de emitir boleto bancário
  5. Indique se necessita usar uma maquininha de cartão
  6. Envie o cadastro e aguarde um e-mail para confirmação
  7. No e-mail, você receberá também informações sobre a frente e verso do cartão digital da sua conta
  8. Para concluir, use o código de ativação recebido e comece a utilizar a conta.

Conclusão

O processo para renegociar dívidas pode ser complicado, difícil e até burocrático, mas não desanime.

Entre as características de um empreendedor de sucesso, estão a persistência e resiliência.

A primeira significa seguir em frente e não desistir.

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Agora você já sabe como controlar e suas dívidas e quais dar preferências. Vamos começar a colocar em prática?

A segunda remete à força para se reerguer nas horas difíceis, como diante do endividamento.

Se o problema está à sua frente, não adianta negá-lo, pois assim estará enganando a si mesmo e prejudicando o futuro do seu negócio, que ainda pode se recuperar.

Depois das informações que obteve neste artigo, talvez só falte mesmo acreditar mais em você mesmo e na sua empresa.

Está preparado?

Monte a sua estratégia de guerra para encarar as dívidas e sair vitorioso.

Você entrou nessa briga já atrás do placar, mas tem condições de virar o jogo.

A bola está ao centro, à sua espera, esperando o pontapé inicial.

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