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Pequeno empreendedor: 12 desafios que o impedem de crescer e como solucionar

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Pequeno empreendedor: 12 desafios que o impedem de crescer e como solucionar
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Vida de pequeno empreendedor não é fácil, você sabe bem.

Sobre uma só pessoa, se concentram tarefas para as quais há um setor exclusivo em empresas maiores.

Sozinho, o micro e pequeno empreendedor individual precisa cuidar da operação, das vendas, do estoque, do caixa, do marketing, da gestão de pessoas.

E de tudo mais que faz parte do dia a dia do negócio.

Mas sabe o que marca aqueles que tem um perfil vencedor?

Eles olham para essa extensa relação de atividades como um desafio, como uma oportunidade e não como um sacrifício.

Não significa que seja um caminho tranquilo, nada disso.

Há dúvidas, medos e outros obstáculos que ameaçam o seu projeto, mas há também coragem e perseverança para seguir em frente.

Você se identifica com isso?

Então, é provável que tenha o que precisa para crescer no mundo do empreendedorismo.

E eu quero ajudá-lo a concretizar o seu sonho.

Por isso, dedico este artigo a quem já tem seu próprio negócio e a tantos outros brasileiros que mantêm vivo o projeto de abrir empresa.

Você vai descobrir como ser um pequeno empreendedor e driblar as principais dificuldades que surgem nessa trajetória.

Destaco em especial 12 desafios que empreendedores e proprietários de pequenos negócios podem enfrentar, mas que são capazes de vencer.

Afinal, “empreender é assumir o risco de sair na chuva para se molhar e se encantar com isso”, como bem define Wellington Nogueira, fundador da ONG Doutores da Alegria.

Pronto para ser mais um dos pequenos empreendedores que deram certo?

Então, siga a leitura.

O pequeno empreendedor e os 12 principais desafios que ele pode enfrentar

Desafios todos temos, todos os dias, em tudo o que fazemos.

O que diferencia os vitoriosos dos perdedores é a postura de estar à frente, antecipando-se às tempestades, preparado para o que o futuro reserva.

No empreendedorismo, não é diferente.

Para o pequeno empreendedor, o agravante é muitas vezes estar sozinho na definição das estratégias, na tomada de decisões, nas ações, correções e ajustes que o negócio exige conforme caminha.

É por isso que volto a falar em coragem. Ela é uma das características marcantes em um empreendedor de sucesso.

E posso garantir que você tem essa habilidade, pois está aqui pronto para aumentar seu conhecimento para dominar o mercado.

Confira a partir de agora os principais desafios que lhe esperam à frente da sua empresa e veja algumas dicas valiosas sobre como solucioná-los.

1. Concorrência desleal da informalidade

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Concorrência sempre existirá, cabe a você oferecer diferenciais para atrair o cliente.

Você tem uma empresa registrada, um CNPJ, paga seus impostos e demais obrigações em dia, enfim, é um gestor exemplar.

Mas de repente é surpreendido por um novo integrante que disputa o mercado com você.

É um profissional autônomo, que ainda não percebeu as vantagens da formalização, e pratica um preço quase ofensivo, impossível de competir.

Quem atua na informalidade pode fazer isso por não pagar impostos em suas operações e nem mesmo a contribuição previdenciária.

Além de atacar com preços mais baixos, tem uma margem maior para investir em ações de marketing, por exemplo.

Para você, esse tipo de concorrência é terrível, mas é possível enfrentar e vencer.

Só não parta para a guerra de preços, pois a probabilidade de quebrar a cara é muito grande.

Aposte nos seus diferenciais, na qualidade do que oferece e em como atende, no valor que agrega ao cliente.

Garanta que ele veja vantagem ao negociar com você.

Além disso, deixe o concorrente informal para lá.

É provável que a sua aventura como empreendedor não dure muito se não regularizar sua situação.

Isso sem falar que o cliente que ele “rouba” de você talvez não tenha o perfil do seu público-alvo, tampouco possui disposição para um relacionamento mais duradouro.

Foque naqueles que também agregam valor a você.

2. Lidar com fornecedores

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Tenha uma atenção especial na escolha dos fornecedores, eles estão diretamente relacionados à qualidade do seu produto/serviço.

Uma pesquisa da Serasa Experian sobre o perfil inédito dos microempreendedores individuais (MEIs) brasileiros, divulgada em abril, apontou dados preocupantes na sua relação com fornecedores.

  • Há dificuldade tanto para buscar quanto manter fornecedores
  • Muitos MEIs usam ferramentas de busca na internet para encontrar fornecedores
  • Nenhum entrevistado tem um cadastro de fornecedores organizados
  • Predomina entre os MEIs a ideia de que é muito difícil encontrar bons fornecedores.

O estudo da Serasa confirma o que se sabe há muito tempo, que o pequeno empreendedor nem sempre dá valor à escolha dos fornecedores.

Mas assim como você faz com os clientes, é preciso cultivar um relacionamento com esses parceiros.

Para isso, em primeiro lugar, coloque ordem na casa, organize os processos internos e elabore a sua estratégia.

Você conhece bem o produto que vende, não é?

E como é o mercado de distribuição do item utilizado por você para produção ou revenda? Quem são os seus participantes? Onde você pode encontrá-los?

Quais são os preços e condições de pagamento praticados?

E os prazos de entrega do pedido?

A partir dessas perguntas, você pode montar uma espécie de questionário para iniciar uma seleção.

O objetivo é ter uma relação final com aqueles que podem entregar o que você precisa, na qualidade desejada, no prazo necessário e no preço que pode pagar.

Peça amostras, teste o produto antes da compra, converse com outros empreendedores que já são clientes do mesmo fornecedor.

Tudo que puder fazer para lhe dar segurança ajuda a fechar bons negócios.

E como dica final, jamais fique refém de um só fornecedor.

Se não houver um plano B e o pedido atrasar, o funcionamento da sua empresa será comprometido.

3. Construir relações

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Construa sua rede de relacionamento e cuide dela, pois ela será uma grande aliada para o sucesso do seu negócio.

Ao longo da sua atividade empresarial você terá muitos contatos, entre clientes, fornecedores e até concorrentes.

A lição que precisa tirar é que qualquer forma de relacionamento trará pontos positivos e pontos negativos. Mas o mais importante é construir as suas redes.

Existem reuniões e palestras ofertadas na sua região gratuitamente que podem contribuir para o seu amadurecimento como empreendedor.

Essas são oportunidades perfeitas para prospectar parcerias e divulgar seu negócio. Mas é preciso dedicação e disposição em ajudar.

O trabalho de networking não traz resultados em curto prazo, tampouco visa ao seu benefício somente.

E não se esqueça das entidades parceiras, como o Sebrae, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.

Ele é capaz de ajudá-lo no direcionamento estratégico do seu negócio, além de abrir caminhos para novos contatos entre empresários e empresas em nível nacional.

Outro exemplo é o Instituto Endeavor.

Ele existe para multiplicar o número de empreendedores de alto crescimento e criar um ambiente de negócios melhor para o Brasil, promovendo estudos e possibilitando a troca de experiências.

4. Implementar um controle financeiro

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Ter controle sobre as finanças, ter conhecimento de todo o dinheiro que entra e sai é tarefa obrigatória de qualquer empreendedor que deseja fazer o negócio prosperar.

Um sistema de gestão financeira é um grande passo, certamente.

Mas não há tecnologia que resista a um empreendedor desorganizado e que não dá valor às ferramentas de controle do caixa.

É até natural que você não se interesse pela contabilidade da empresa, mas quando decidiu abrir as portas do negócio assumiu um compromisso com ele.

O passo básico do controle financeiro está no registro de todas as despesas e receitas no fluxo de caixa, o que pode ser feito em uma planilha eletrônica, por exemplo.

Para você ter ideia do quanto essa tarefa é importante, o resultado dela revela a realidade financeira da empresa.

A partir daí, todas as decisões são tomadas com maior embasamento, incluindo corte de custos e definição do preço de venda.

Ter um controle de contas a pagar e dos recebimentos também é fundamental.

Pois evita perder prazos e arcar com multas e juros, ao mesmo tempo que permite identificar com brevidade uma possível inadimplência do cliente.

Se tudo isso parece complicado demais para você, não esqueça do apoio do contador.

Na hora de cuidar do seu dinheiro, ele é o especialista e candidato a seu principal parceiro.

Quer mais uma dica? Abra uma conta como pessoa jurídica.

Em qual banco? Ele precisa ser digital, do jeito que o empreendedor moderno gosta.

5. Obter crédito empresarial

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Sabia que 91% dos MEIs que solicitam não conseguem linha de crédito?

Essa é outra dificuldade do microempreendedor individual que apareceu de forma bastante clara na pesquisa da Serasa.

E põe dificuldade nisso, já que 91% dos MEIs relataram não conseguir linhas de crédito.

Diante de tantos “nãos”, o pequeno empreendedor por vezes erra ao pedir dinheiro emprestado a amigos e familiares, expondo suas relações pessoais a um risco desnecessário.

Isso quando não opta pelo crédito pessoal, em uma clara demonstração de que ainda mistura as finanças pessoais e empresariais.

Mas qual a solução?

A primeira é não contratar crédito de terceiros e tentar o autofinanciamento.

Converse com seu contador para utilizar as melhores práticas de redução de despesas.

Estude também sobre negociação com fornecedores e clientes, com o objetivo de ter prazos maiores nas compras e menores nas vendas.

Isso diminui a chamada necessidade de capital de giro, que é a razão pela qual muitos buscam empréstimo.

Uma segunda solução é seguir procurando.

Você já conhece as agências de fomento?

Esses são órgãos oficiais, ligados aos governos dos estados, que geralmente praticam taxas menores e em condições mais facilitadas para a tomada do crédito pelo pequeno empreendedor.

Se for por esse caminho, não esqueça que o contador também deve ajudá-lo, afinal, de nada adianta se endividar se não houver capacidade e planejamento para quitar o débito.

6. Se atentar as inovações de tendências de mercado

Não podemos deixar de acompanhar o que está acontecendo nos mercados nacional e internacional.

Se o pequeno empreendedor limita o seu campo de visão, ele pode perder oportunidades de inovar.

Não se trata de copiar ideias, mas de adaptá-las para a sua realidade, o que pode surgir inclusive como um diferencial competitivo.

Visitar feiras e congressos, ler artigos e livros, assistir a filmes, matricular-se em cursos.

Toda forma de aprendizagem ajuda o empreendedor a se manter atualizado.

Depois, é só aplicar a teoria na prática. E se não der certo na primeira vez, tente de novo.

Existe um termo muito usado no meio empreendedor que é pivotar. Já ouviu falar?

Significa que se uma estratégia testada pela empresa não deu certo, é hora de mudar de planos.

Se clientes não compram o seu produto ou seu negócio parece ter chegado no limite de crescimento, pode ser um sinal de que é a hora de pivotar.

7. Formalizar seus funcionários

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Formalizar um funcionário é a garantia de estar em acordo com a lei e evitar problemas futuros.

Conforme o negócio cresce, fica difícil dar conta de todas as tarefas sozinho.

Está precisando de ajuda? Você pode contratar um funcionário, mesmo se for MEI.

E não há dúvidas de que ir pelo caminho oficial, com o registro do funcionário em carteira, é a melhor opção.

Além de reduzir muito o risco de ações trabalhistas posteriores, essa é uma típica atitude de um gestor inteligente, que entende o seu valor na motivação do profissional.

É verdade que ter um funcionário representa uma nova realidade ao MEI, novos impostos e novas obrigações.

Há claramente um desafio, mas ele está longe de ser um real obstáculo à sua empresa.

Converse com o contador e veja o que você precisa cumprir para formalizar a contratação de um colaborador.

Também recomendo que leia o guia que criei especificamente sobre esse assunto.

Acredite: os ganhos serão muito maiores do que qualquer imprevisto que possa surgir nessa etapa.

8. Ser fiel a uma visão

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Qual a projeção que você fez para seu negócio? Nunca de esqueça dela ao longo da sua jornada empreendedora.

Para que serve a visão? Você sabe responder?

Quando falamos em visão, nos referimos à definição de uma direção estratégica da empresa, envolvendo da integração das operações à motivação da equipe.

A visão é útil porque permite a você refletir sobre o papel do seu negócio na sociedade e sobre o futuro da empresa.

Onde você quer chegar e como pretende chegar?

Depois que tiver essa definição, seja fiel às suas convicções.

Afinal, persistência e perseverança são características fundamentais em um empreendedor.

Isso não significa que não será necessário realizar ajustes no caminho, mas é preciso conservar a visão, pois ela diz muito sobre a empresa e sua essência.

9. Vender a sua ideia

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Mais que uma boa ideia de negócio, você precisará saber vender a sua ideia e mostrar as pessoas que se trata de algo único e imperdível!

Você também acredita que a primeira impressão é a que fica?

Em vendas, isso muitas vezes faz todo o sentido.

Ter um contato marcante na primeira apresentação ou conversa com um cliente novo exige todo cuidado possível.

Tanto com a aparência quanto na atualização de seus conhecimentos.

Já ouviu falar do termo pitch?

Pitch é uma apresentação objetiva, de três a cinco minutos, na qual o empreendedor fala sobre o seu modelo de negócio na busca por investidores, clientes ou parceiros estratégicos.

O segredo do sucesso para quem quer aprender como vender sua ideia está na adaptação da apresentação ao público-alvo, ou seja, ao perfil daquele que será seu ouvinte.

E tem ainda o elevator pitch, método que promete vender uma boa ideia em segundos.

Se essa será a estratégia perfeita para seu negócio, só você pode avaliar.

Mas além delas, não esqueça de se fazer presente onde seus parceiros estratégicos estão.

Por vezes, é em encontros informais que os melhores contatos acontecem.

10. Imprevisto financeiro

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Imprevistos acontecem, o que não para acontecer é você estar despreparado para eles e aí ficar no prejuízo, não é mesmo?!

Esteja preparado, pois imprevistos financeiros fazem parte de qualquer negócio.

Pode ser a falta de funcionários, que acarreta no atraso da mercadoria – e do pagamento.

Talvez seja algum equipamento com defeito, o que gera gastos com o conserto e pode até levar à paralisação da sua operação.

Poderia citar vários outros exemplos de imprevistos.

Aliás, nem falei ainda daquilo que foge do seu controle, mas o afeta igualmente, como uma alta súbita nos preços, juros e o agravamento da crise econômica.

Você mesmo deve ter alguma experiência ruim de imprevisto financeiro.

Sabe qual é a melhor solução para todos eles? Ter uma reserva financeira.

É seu dever como dono do negócio se dedicar à gestão financeira, promover cortes, elevar ganhos e poupar dinheiro.

Também o pequeno empreendedor precisa estar atento, acompanhando a economia e observando o seu negócio.

Essa estratégia permite uma reação rápida, se necessário for.

11. Lidar com altas despesas tributárias

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Uma das maiores dificuldades dos empreendedores brasileiros é com certeza a alta carga tributária. Por isso, o MEI é uma ótima opção!

Segundo relatório do Banco Mundial, são necessárias 2.038 horas para pagar impostos no Brasil. É, de longe, a taxa mais alta do mundo.

O que corrobora com esse número é o fato de haver 92 tributos no país, entre taxas, impostos e contribuições.

Conforme dados da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) e do Instituto Brasileiro de Certificação e Monitoramento (Ibracem).

Em 28 anos, quase 5 milhões de tributos foram editados no Brasil, o que dá uma média superior a 170 mil por ano.

É por números assim que aquele que pode se formalizar como MEI sai na frente.

Afinal, nesse tipo de empresa, há isenção de tributos federais.

O microempreendedor individual paga somente a contribuição previdenciária ao INSS, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o ISS (Imposto sobre Serviços).

Mas nem todos podem ser MEI, pois só são aceitas inscrições em atividades econômicas permitidas.

A dica é consultar a lista no Portal do Empreendedor antes de tentar realizar seu cadastro.

De um mal parecido sofre o Simples Nacional, o regime tributário simplificado, que é opção para pequenas empresas.

Há uma série de atividades consideradas impeditivas para adesão.

É por isso que, antes de abrir empresa, o melhor a fazer é procurar um contador para elaborar seu planejamento tributário.

É a partir dessa ferramenta que o pequeno empreendedor pode pagar menos impostos dentro da lei.

12. Contornar a inadimplência

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Que tal lançar mão de soluções que ajudam você a mudar o cenário do seu negócio e acabar com a inadimplências? Com a conta.MOBI isso é possível!

Contra números, não há argumentos.

São 59 milhões de brasileiros endividados, 39,19% da população, segundo pesquisa do SPC Brasil e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas.

Com tanta gente com dificuldade de pagar suas contas, não tardará até sua empresa sentir os efeitos dessa bola de neve.

Prevenir e responder à inadimplência dos clientes é um grande desafio para o pequeno empreendedor brasileiro.

Mas o que se pode fazer para contornar o problema?

No campo preventivo, a solução é só oferecer crédito próprio ao cliente bom pagador.

Isso quer dizer que você obrigatoriamente precisa conhecer com quem negocia, saber quais são seus hábitos de compra e histórico de pagamentos.

O boleto bancário é um ótimo meio de recebimento, mas como nele é a empresa que assume o risco da inadimplência, é importante ter esse controle rigoroso.

Talvez receber pagamentos em uma máquina de cartão de crédito e débito seja mais seguro para você, pois nesse caso quem fica com o risco de o cliente não pagar é a operadora.

Já no campo corretivo, quando a inadimplência se confirma, é preciso ter uma política de cobrança bem elaborada.

Nada de agressividade ou de constrangimento ao cliente, ou você é quem se tornará o réu.

Tente um acordo, se mostre disposto a negociar e endureça aos poucos.

Você pode protestar o boleto, depois inscrever o cliente em cadastros de inadimplentes e, por último, buscar a reparação na esfera judicial.

7 dicas para você superar esses desafios

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Já pensou ter o controle das finanças na palma da mão e assim gerenciar melhor seu negócio? Experimente a conta digital da conta.MOBI e dê o primeiro passo para a profissionalização do seu negócio!

Você conheceu 12 grandes desafios que o pequeno empreendedor brasileiro enfrenta durante sua jornada à frente do próprio negócio.

Também viu algumas soluções possíveis para cada uma das dificuldades.

Mas eu quero ajudar ainda mais e, por isso, selecionei algumas dicas valiosas para que você possa vencer os obstáculos do dia a dia.

1. Faça a gestão financeira

Registre todas as despesas e receitas, pague suas contas em dia, faça a conciliação bancária e tenha o apoio do contador para cuidar das finanças da empresa.

2. Seja organizado

Não perder prazos, nem oportunidades de negócios, exige que o empreendedor organize a sua agenda e suas tarefas.

Monte um calendário de rotinas e aprenda a definir quais são suas prioridades.

3. Aposte no seu time

Não importa se você tem um ou 300 funcionários.

Essa é a sua força de trabalho, que pega junto para concretizar os objetivos que você estabeleceu.

Valorize os colaboradores, ofereça treinamentos, reconheça seus acertos e esteja pronto para orientar diante de erros.

4. Inove sempre

Uma das melhores formas de um pequeno negócio concorrer com empresas maiores é a partir da inovação.

Isso significa propor um jeito diferente para solucionar um problema antigo. Seja criativo, pois inovar não necessariamente implica em custos.

5. Estude e atualize-se

Você pode chegar ao topo, mas só se manterá nele se seguir estudando.

Uma característica marcante entre grandes empreendedores é não perder uma oportunidade de aprender.

Com a velocidade atual das informações, se atualizar é obrigação.

6. Aceite ajuda

Não é vergonha para ninguém falhar ou se sentir inseguro diante de uma decisão no comando da empresa.

Vergonha é ter especialistas ao seu dispor gratuitamente e negar esse auxílio.

Então, não deixe de visitar uma unidade do Sebrae mais próxima da sua casa.

7. Tenha uma conta digital

Uma conta em banco como pessoa jurídica separa as finanças do empresário e da empresa.

Mas você não precisa arcar com altas taxas e serviços ineficientes.

Conheça a conta.MOBI, uma conta digital que oferece ao pequeno empreendedor uma proposta totalmente diferente.

Conclusão

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Você, pequeno empreendedor, não precisa ter medo de se arriscar. Sigas as dicas deste post e direcione seu negócio rumo ao sucesso sem ser pego de surpresa pelas dificuldades.

O que seriam das conquistas se não existissem os desafios?

Como você viu neste artigo, o pequeno empreendedor brasileiro não tem vida fácil, mas a vitória ao final não é uma missão impossível.

Busque sempre tomar decisões sadias, como a redução dos custos, melhorias nos processos internos e ir atrás de informações atualizadas sobre o mercado no qual atua.

Gerencie o seu negócio com sabedoria e esteja pronto para ter o auxílio de especialistas no seu dia a dia.

Só assim você poderá tirar de letra os assuntos mais espinhosos, como o pagamento de tributos, a inadimplência dos clientes e o endividamento empresarial.

Acima de tudo, não se deixe contaminar pela informalidade, confie no seu negócio e no seu potencial.

Persista, insista e persevere. O sucesso só se constrói com muito trabalho.

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