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Receita x despesa: entenda a diferença

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Receita x despesa: entenda a diferença
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Sua empresa está gerando receita como gostaria?

Ou seus ganhos quase “empatam” com seus gastos?

Essas são questões fundamentais em um empreendimento saudável e sustentável.

Receitas e despesas são conceitos abordados em finanças e contabilidade.

Em geral, as despesas são os gastos e a receita é o ganho gerado às pessoas físicas ou jurídicas.

A partir do momento em que você se torna um empreendedor, se manter abraçado unicamente a esses conceitos traz um visão limitada de tudo aquilo que o seu negócio pode vir a ser.

Ter o seu próprio negócio não é olhar unicamente para o dinheiro que entra das vendas de produtos ou serviços, mas ampliar os horizontes para o panorama geral da sua empresa.

Situações momentâneas, como um pico de vendas, podem trazer uma sensação ilusória de que há dinheiro sobrando, quando a realidade, pode ser um futuro de despesas financeiras.

Perceba como é importante entender o fluxo de receita e despesa e suas diferenças.

O objetivo está sempre em promover equilíbrio e saúde para o seu negócio.

No artigo de hoje, vou esclarecer um pouco mais sobre esses conceitos, com uma linguagem clara, de fácil entendimento, para desmistificar conceitos que parecem tão complexos.

Vamos começar?

Entenda o conceito de receita

Receita é todo o capital que entra, resultante das atividades da sua empresa.

Por exemplo, a venda de produtos, serviços, rendimentos de aplicações financeiras, cobranças de royalties, tudo isso são formas de receitas.

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Você ainda não sabe a diferença entre receitas e despesas? Então fique de olho em todas as informações desse artigo!

Então, estamos falando de um valor em dinheiro que contribui na hora de fazer as contas sobre o lucro que a empresa gera.

A receita é contabilizada por métodos contábeis específicos que podem considerar vendas efetuadas em crédito, contanto que os bens ou o serviço tenham sido entregues ao cliente.

É necessário verificar com que eficiência a empresa retém aquilo que lhe é devido.

Afinal, somente é receita aquilo que realmente foi recebido pela empresa.

A receita é um dos resultados queridinhos a serem exibidos nas demonstrações de desempenho de uma empresa.

Diante de tubarões (que são grandes investidores), o lucro fica na linha de fundo.

Nesse sentido, eles chegam a considerar a receita e o lucro líquido de uma empresa separadamente para determinar a sua saúde.

Afinal, a receita pode crescer, enquanto o lucro permanece estagnado, como resultado aumento de custos.

Atenção: receita e despesa são coisas diferentes

Receitas, despesas, entradas, saídas.

São muitos termos, no mesmo tema, que nem sempre querem dizer a mesma coisa no mundo das finanças empresariais.

Mas se você quiser ter uma contabilidade que funcione de maneira eficiente e organizada, é preciso entender as diferenças.

Dessa forma, que fique claro que a receita é gerada pela venda de serviços e produtos, ou outras fontes semelhantes.

As despesas, por sua vez, são os gastos que a empresa deve ter para se manter em funcionamento.

Quando a receita e a despesa são comparadas, a apuração do resultado gera um valor resultante do confronto dessas informações.

Assim, se o saldo resultante for positivo, a empresa teve lucro.

Se o resultado for negativo, a empresa teve prejuízo.

O que é despesa?

A despesa é o que poderíamos chamar de sacrifício que a empresa precisa fazer para manter a sua saúde e funcionamento.

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As despesas entram como o pagamento de impostos, aluguel, materiais de escritório entre outros.

Coisas de caráter geral, como o pagamento do pró-labore, impostos, o aluguel, material de escritório ou salário do pessoal administrativo e tributos.

No entanto, a despesa não tem ligação direta com o que é gasto na produção dos bens que serão comercializados, mas sim com aquilo que se investe para administração da empresa.

As despesas podem ser divididas em antecipadas e não operacionais.

As despesas antecipadas são aquelas que devem ser pagas com antecedência, e que serão consideradas como despesas no decorrer do exercício seguinte, como seguros, por exemplos.

Despesas não operacionais, por sua vez, são aquelas decorrentes de transações não incluídas nas atividades principais da empresa.

E o que entrada e sai tem a ver com receita?

Então, quer dizer que, se uma empresa tem receita de 1 milhão de reais, significa que todo esse dinheiro vai pro banco?

Não necessariamente.

As finanças da empresa também devem considerar valores que não vão diretamente para a conta.

Esse tipo de contabilidade, que vai além do dinheiro, existe para refletir a saúde da empresa.

No entanto, isso pode acabar gerando uma confusão nos dados e aí é preciso contabilizar quanto dinheiro a empresa está gerando.

É aí que entram os lançamentos de entrada e saída, necessários para suprir esse gap.

Essas informações compõem o chamado fluxo de caixa.

O mundo business gira em torno do comércio de valores entre dois agentes, e o dinheiro é o objeto necessário para fazer parte desse sistema.

Por isso, ainda que algumas empresas movimentam mais dinheiro do que outras, todo negócio precisa ter um fluxo financeiro que fique positivo.

Parece meio óbvio dizer isso, mas quantas pessoas já ficaram presas a negócios que empatavam ou, o que é pior, davam prejuízo?

Ter um fluxo de caixa positivo significa que as entradas de dinheiro precisam ser superiores (em valor) às saídas.

Uma saída de caixa acontece quando uma empresa transfere fundos para um outro agente.

Essa transferência pode ter finalidades distintas como:

  • Pagamento de funcionários
  • Pagamento de fornecedores
  • Pagamento de credores
  • Aquisição de ativos
  • Investimentos de longo prazo
  • Ou mesmo despesas legais referentes à empresa.

Uma entrada de caixa, por sua vez, corresponde a algo totalmente oposto.

Ou seja, é todo o dinheiro que vêm para as mãos da empresa.

Nesse caso, vale citar:

  • Transferência de dinheiro para a empresa
  • Vendas
  • Investimentos feitos por uma parte societária
  • Ocasionalmente, venda de imóveis ou de equipamentos.

Agora, vale tocar em um ponto importante: não é por que uma empresa está tendo entrada de caixa que ela está tendo lucro.

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O controle de fluxo de caixa é importante para que todas as finanças do seu negócio fiquem positivas.

Se uma empresa opta por vender um equipamento que faz parte do seu planejamento de produção por preço de liquidação, até pode ganhar dinheiro por essa venda, mas certamente estará perdendo dinheiro no fim das contas.

Afinal, se ela utilizasse o equipamento para continuar produzindo, poderia ter adquirido lucro operacional.

E agora, você muito ligado a tecnologia pensou: mas ela quer inovar seus equipamentos.

Perfeito! E não lhe custará mais um equipamento mais tecnológico? Isso seria um grande investimento.

Das duas uma: ou no final do ano essa empresa terminaria com um forte fluxo de caixa positivo, boa receita, mas com os ganhos relacionados à produção atual e futura comprometidos; ou essa teria que fazer um grande investimento em tecnologia.

Então, de qualquer forma, vender ou não vender o equipamento seria ruim? Também não!

Por isso, é importante ter um planejamento estratégico e fazer a análise da receita e do lucro para não ter surpresas desagradáveis.

Quais os tipos de receita?

Se depois do exemplo da venda do equipamento você ficou meio assustado e agora acha que as empresas só ganham dinheiro vendendo produtos e serviços, vamos com calma, porque não é por aí.

Existem muitas outras formas da empresa ter receita e, conforme já mencionei, não se trata apenas de dinheiro.

Mas já que ele é importante, vamos começar pelo básico.

Receita Bruta

Certamente, você já ouviu falar em receita bruta.

Ela é representada pelo número total de vendas de produtos, mercadorias ou pela prestação de serviços de sua empresa.

Essa receita corresponde ao faturamento do seu negócio.

Receita Líquida

Quanto à receita líquida, é definida como a receita bruta, menos alguns descontos, como:

  • Devolução de vendas canceladas
  • Descontos concedidos incondicionalmente
  • Impostos e contribuições incidentes sobre vendas.

Agora, dentro da receita, outras podem ser encontradas para justificar algumas transações.

Vamos entender melhor?

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A sua atividade central representa sua receita principal.

Receita Principal ou Primária

A receita principal de uma empresa é proveniente da venda da sua atividade central.

Ou seja, é resultado daquilo para o que a empresa foi constituída.

Pode ser a prestação de serviços de transporte, reparo, saúde, entretenimento, ou ainda a venda de mercadorias como alimentos, automóveis, vestuário, papelaria, etc.

Independentemente do que a empresa faça, venda ou produza, a receita principal é o que lhe dá a característica de empresa e deve ser considerada a sua atividade central, correspondendo à maior parte do faturamento.

Receita Secundária

A receita secundária vem logo em seguida da receita principal porque é relevante para a empresa.

Por exemplo, se uma empresa tem a produção de papel como seu carro chefe, a receita secundária pode ser proveniente da produção de papelão.

É importante ser cuidadoso ao considerar esse exemplo, pois a venda de diversos produtos, não indica que eles são receita primária e secundária, por exemplo.

Em uma indústria de embutidos, salsicha e linguiça não são receita primária e secundária.

Todos são considerados como receita e cada um possui o seu lugar específico na contabilidade da empresa.

Receitas com sobras de materiais

Agora, voltando ao exemplo da indústria de papel e papelão.

Durante o processo de produção, podem existir algumas sobras, fiapos, rebarbas, que serão descartados, já que a empresa não vê utilidade nisso.

Muitas empresas utilizam essas “sobras” para gerar mais uma receita e vender esse produto a outras empresas que possam ver utilidade nelas.

Assim, como essa venda não é feita a todo momento pela empresa, não entra na sua receita bruta.

Receitas Não Operacionais e Não Recorrentes

Agora, imagine uma grande empresa, com quatro grandes fábricas, vivendo em período de crise, em um setor que vende cada vez menos.

Essa empresa poderia planejar vender uma de suas fábricas para se reestruturar e, assim, reduzir os seus gastos.

Após diversas negociações com outra empresa, a fábrica é vendida.

No entanto, esse valor não pode entrar como receita bruta da empresa, pois não é algo recorrente, resultante da sua atividade operacional.

E ainda que a empresa continue a vender suas outras fábricas, como a sua atividade constituída não é a venda de imóveis, ela não poderá incluir esse valor em sua receita principal.

Receita Financeira

Muitas vezes, quando as empresas mantêm o seu dinheiro parado em caixa, para emergências, realizam uma aplicação daquele saldo que ficou disponível em investimentos de alta liquidez.

O objetivo é rentabilizar o dinheiro parado, prevenindo a perda do seu valor diante da inflação.

O dinheiro investido irá render juros e, dessa forma, a empresa terá um ganho financeiro.

Em empresas onde essa também não seja a atividade principal, esse ganho deve ser descrito em receitas financeiras.

Isso também é válido para descontos obtidos pela empresa no pagamento de juros aos bancos ou a terceiros.

Muitos conceitos, não é mesmo?

Como definir a receita da sua empresa?

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Para um negócio, a definição da receita é algo importante e crucial.

Definir a receita da empresa é muito importante para ter informações cruciais do seu negócio.

Entre elas, quanto dinheiro sobra após o pagamento das despesas e o panorama da saúde financeira em geral.

Portanto, essa é uma medida crucial para avaliar a rentabilidade do negócio, tanto que também é chamada de resultado ou rendimento.

Em algum momento, será necessário você fazer isso.

E mesmo que você pague alguém para fazer, é importante que não fique perdido quando estiverem explicando do que se trata.

Então, vamos passo a passo?

Reúna e organize toda a informação necessária

Prepare uma demonstração de resultados

Para definir a receita da sua empresa, você precisará preencher uma demonstração dos valores.

Ela deve compreender um período de tempo específico e facilita a visualização dos resultados.

Reúna as informações necessárias

Para calcular a receita líquida, você precisará de várias informações da empresa, que são exigidas em uma demonstração de resultados.

Dentre elas, é possível citar todos os dados sobre as vendas e os gastos da empresa.

Calcule a receita líquida

Determine o faturamento líquido

Para obter esse valor, some todo o dinheiro recebido e os aumentos em contas a receber por produtos e serviços vendidos durante o período da demonstração de resultados.

Estabeleça o custo daquilo que gera receita para sua empresa

Você precisa conhecer os gastos associados à produção ou à compra de bens referente à sua empresa.

Nesse sentido é preciso considerar o valor da matéria-prima, custo por hora de trabalho de seus colaboradores, despesas com transporte, etc.

Calcule as despesas operacionais

Os gastos com vendas, seja de ordem geral ou administrativas devem ser considerados aqui.

Dentre eles, podemos citar o aluguel, as remunerações, os salários de funcionários da área administrativa ou de vendas, a publicidade e o marketing, além de outros custos associados a operações primárias.

Encontre os gastos com depreciação e amortização

É importante considerar a perda de valor dos bens tangíveis de uma empresa (depreciação), tanto quanto dos bens intangíveis (amortização).

Um equipamento é um bem tangível, já uma patente é um bem intangível, mas ambos têm data de validade e isso precisa ser considerado no seu balanço.

O impacto desse tipo de investimento pode refletir na sua demonstração de resultados e não pode ser deixado de lado.

Calcule as despesas com juros

Está aí um detalhe importante que muitas vezes passa despercebido.

Quando as pessoas contabilizam os custos relacionados a qualquer operação, por vezes se esquecem dos juros que estão pagando, sobre um empréstimo ou financiamento, por exemplo.

Para ter uma receita correta, sem ruídos, não desconsidere os valores de juros que você possa estar pagando.

Calcule os gastos com impostos

Na sua demonstração de resultados, gastos com impostos precisam ser incluídos.

9 dicas valiosas para um controle eficiente da receita

Calcular a receita é processo eficiente.

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Fique de olho nas dicas a seguir e realize um controle eficiente das receitas.

Mas e se, de repente, você percebe que está precisando controlar algumas coisas no seu negócio: o que fazer?

O fato de uma empresa estar a anos no mercado e ter um lucro superior às despesas, não é garantia de sucesso eterno.

O mercado é dinâmico, as mudanças são constantes e a concorrência não para.

A todo momento, alguém está tendo uma nova ideia.

Justamente por isso, é essencial que as empresas busquem alternativas para controlar e até, se possível, aumentar sua receita e se manter avançando no seu segmento.

Aqui vão algumas dicas para que a sua empresa possa ter um controle eficiente da receita:

1. Identifique as prioridades

A partir de um planejamento, o gestor precisa alinhar quais são as prioridades da empresa.

Diante do que for definido, é possível saber se alguns ajustes precisam ser feitos nas atividades que são prestadas.

Isso vai até o ponto de poder definir quais atividades são responsáveis por qual porcentagem da receita de um negócio.

2. Tenha um planejamento financeiro

Através do planejamento financeiro, as empresas conseguem ter controle sobre os valores que entram e saem do negócio.

Com isso, também é possível ter um panorama geral sobre as despesas que estão pendentes, qual o faturamento da empresa e se existe alguma coisa em atraso .

A partir daí, começar a se planejar sobre quais ações tomar para resolver cada problema que for identificado.

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Entender o seu cliente é fundamental para atender todas as necessidades e aumentar a atração de suas estratégias.

3. Conhecimento sobre os clientes

É muito importante que as empresas percebam o quanto é importante entender o seu público-alvo e atender às suas necessidades.

Se você sabe quem é seu público, pode adotar as estratégias corretas para atraí-lo ao invés de “atirar” para todos os lados.

Com isso, garante uma redução nos custos desnecessários, e isso o ajuda na hora de ter um controle eficiente sobre a sua receita.

4. Controle de custos fixos e variáveis

A organização precisa incluir políticas de redução de custos básicos, como energia, água e materiais.

Essa conscientização permite uma mudança na cultura dos colaboradores.

E o fluxo de caixa agradece!

5. Negocie com os seus fornecedores

Outra forma eficiente de ter controle sobre a sua receita, garantindo saúde para sua empresa, é negociar valores e prazos de pagamento com os seus fornecedores.

Quando você consegue essas flexibilidade, automaticamente favorece a sua receita líquida também.

6. Terceirize alguns serviços

Você precisa conhecer um pouquinho de tudo, como empreendedor, mas não vai conseguir fazer tudo.

E isso é positivo, porque existem pessoas que poderão fazer por você.

Para você manter uma empresa funcionando, muitas cabeças precisam estar em sua zona de genialidade.

Confie a receita a alguém que saiba o que está fazendo. Mas saiba conferir.

7. Retenha talentos

E se, no final das contas, você conseguir ter esse profissional que opera na genialidade dentro da sua empresa e não é terceirizado, cuide para não perdê-lo.

Ter um controle eficiente de receita também significa que você precisa ter bons profissionais fazendo aquilo que sabem fazer.

Isso melhora os resultados e aumenta receita também!

8. Mantenha os seus impostos em dia

Esse tópico poderia ser incluído em planejamento financeiro, mas acho que ele merece um lugarzinho especial.

Muitas pessoas, acredite se quiser, esquecem de pagar os impostos da sua empresa.

Tenha controle sobre isso para que você não venha a cair em um poço sem fundo de juros, que prejudique o seu faturamento e toda a sua estratégia de negócios.

Juros sobre impostos são caros e, se você negligenciar essa dica, pode colocar todo seu sucesso a perder.

9. Por que não investir em consultoria?

Um profissional capacitado pode ajudar a desenvolver habilidades ou consciência sobre o negócio que, talvez, você ainda não tenha.

E não se culpe.

Talvez você nunca tenha tido a necessidade de controlar a receita da sua empresa.

Mas agora chegou o momento.

Com a conta digital da conta.MOBI, por exemplo, você pode acionar um contador que, certamente vai tirar todas as suas dúvidas sobre a receita do seu negócio.

Isso vai permitir a você controlar de perto e adotar estratégias eficazes que garantam o sucesso do seu negócio.

Nunca é tarde para aprender!

Conclusão

É bem verdade que, quando se mergulha no mundo do empreendedorismo, existem muitos conceitos novos e muita coisa inesperada.

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Agora que você já sabe as diferenças entre receitas e despeças, aplique-as e desenvolva um planejamento financeiro de sucesso.

Você não precisa se assustar e querer aprender tudo ao mesmo tempo.

Os desafios são muitos, então, vá com calma.

Saber os conceitos é tão importante quanto saber sobre o seu produto ou quanto saber vender, mas se dê um tempo para entender e busque uma linguagem clara.

Na hora de tomar qualquer decisão dentro do seu negócio, não negligencie as questões de contabilidade, pois elas são o norte entre o sucesso ou o fracasso e isso precisa estar alinhado.

Saber quais as diferenças entre receita e despesa é o básico da cartilha para não ir além dos limites financeiros do seu negócio.

Você chega lá!

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